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Marta Araújo, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, analisou cinco manuais de História do 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade e concluiu que estes continuam a perpetuar uma mundivisão devedora do Estado Novo. A investigadora considera que esta perspetiva de parte uma visão eurocêntrica, que usa os valores europeus como padrão para avaliar as outras sociedades. (Público)

 



publicado por Correio da Educação às 11:10
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De Maria Santos a 10 de Maio de 2011 às 20:40
Permito-me discordar dessa perspectiva. Sou professora de História e utilizo anualmente os manuais escolares dos 7º, 8º e 9º anos e as suas linhas orientadoras nada têm a ver com as linhas orientadora do livro único do Estado Novo. Quanto à visão europeísta ela existe, mas os outros povos que ensinam História não o fazem de acordo com a sua própria visão do Mundo? Em que perspectiva deveríamos então ensinar a História? Os manuais de História que conheço não apelam à descriminação étnica, política, religiosa. Antes pelo contrário, são abertos à multiculturalidade e isentos de qualquer consideração que deixe ao aluno um único caminho a seguir. Sei do que falo. Como estudante, utilizei os livros "únicos" do Estado Novo nas várias disciplinas e eles nada têm a ver com os manuais por onde ensino História.


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